![]()
Impoluto Ser
Ó belas veias
Desse assimétrico coração, Digas em tons aprazíveis, Os mais belos verbetes, Traga consigo de toda a balbúrdia, A vasilha; A madrugada sangrará Por noites adentro, Contudo, eu mudo! Não peça permissão, Atropele, velho irmão. Ó velhas teias Desta emaranhada confusão, Recebas afáveis terríveis, Os mais singelos lembretes, Meça comigo vossa lamúria, A lentilha; A invernada saciar-se-á Com foice e adendo, Tudo, eu juro! Não nessa prescrição, Perfure micélio bobão. Ó delas ceias Deste outono em colchão, Ternas, amáveis, incríveis, Os mais sinuosos piquetes, Enlace comigo esta luxúria, A presilha; A insípida apendoará Com a força descendendo, Fundo, com tudo! Não na preparação, Rasgue folhas, amante bufão.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 13/06/2006
Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|