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Bom Rebuliço
À tona o vil lampejo
Robusto e internato peito Controvérsia, dedos em riste Sagra melodias de ar rugoso e Ingenuidade. Nos meandros a bramir, A agitar, entalhar Nova lima, um trem a partir De agora, de sempre. Corda bamba e intersticiais sabores Têm a ginga, a malícia, Inverno e outono Nem em lista hão em destaque. Se meditativos, anônimos, Tacho fervilha em caos Se imperativos e cômicos, Pendem, requerem, esquecem.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 16/06/2006
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