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Terceira Lei de Newton
Depaupere inda mais
As leituras assaz insanas Ao revelar do sol, à noite, nas cabanas Pobre em palavras, se vós sois, abdicais. Desgrace inda mais Os papéis solícitos, indefesos Ao ascender dos astros, ao singrares navais Se reles sentimentos o nutrem, são pesos. Segregue inda um tanto As letras das rasuras Estas, clamam por lisuras Pratique a boa fé noutro canto. Apanhe o tílburi na Alameda da Demência Siga acompanhado na bela diligência Atravesse a Ponte Letargia E capote na Estrada que te guia. Ponha ao abrigo, as retinas sapientes O coração declinará, ressoarão vozes Dismorfias graves são as conscientes No horizonte há lixeiras, examines. Mastigue um osso, tome uma aguardente Enquanto isso, eternas obras iminentes Renovarão a beleza e a poética paz E o nosso emérito literato, no cenário jaz.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 18/06/2006
Alterado em 24/08/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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