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Pêssego em Corda
Quanta fartura!
Bilhões de axônios Sóbrios neurônios Elo à política, lisura. Quanto rebotalho! Pisa na poça Pende que possa O espantalho. Em sábias rosas O verde se oculta Emerge e gruda Nas horas nossas. Ultima a tua cara A vangloriar teu recalque Tangendo linhas duma rara Uma ave qual acalque. Pérola no jantar Utópico a rechaçar Indutância a estender A genialidade a receber.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 27/06/2006
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