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Entre Cortes
Guelras prolíficas as tuas
A procriar em mim, espantoso desafeto Tornam improdutivas as estrelas nuas Flutuam com carga de chumbo no teto. As avelãs as quais colho nas manhãs Metáforas espadaúdas, ressabiadas Fazem-me recolher as anãs Restam cadentes, emoções esvaziadas. Meu progresso estupendo e onívoro Exaure como nuvens sem vergonhas Destas a aparecerem nos sonhos, nas fronhas. Minha dedicação defectível é prata O bronze que o pôr do sol desnuda Minha inquietude ata.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 07/07/2006
Alterado em 13/09/2007 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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