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Noites Macias
Desnudo o seio noturno
O decote insinua ensejo Casto o lastro e parvo Imaculado refém, ousadia. Urra através das matas Estimula, mas não janta Pelos pêlos, o querer encarna A fundo, abranda o poluto. Intercede à imagem do cio Desfalecida, feroz Senão da imperícia, o zero habita Das canduras fervilham desejos. Cobre o alvo corpo Com o garrido pó da luxúria Agarra o salto em deslize Acresça ao frívolo, o gozo.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 10/07/2006
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