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Sede Intensa
Seca o pote d’água
Que a sede é seca e acompanhada A laringe faz ranger na calada O algoz do tempo lhe impor e nada. Seca a sede seca Que o pote é néctar e idolatrado A estrela traz à rouquidão a pilha prata A foz num vento calmo, vencido e nada. Ágüe a seca sede Que o néctar na calada brota Traz a pilha prata à laringe aliviada Mede o leito do rio, pois no pote, nada.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 13/07/2006
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