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Cata-vento
Colhe insígnia navalha que a carne corta
O rubro terno de penado suor Onde a morte bate o carimbo azul Tinindo de laborar... Já se acha confusa. Mede a tábua do pescoço exposto A dita avessa córnea enforcada Que a ampola ejacula o limbo ao sul Em permeio à cópula... À voz da clausura. Tolhe a entrada da saída abrupta O farol na ruela de bendito furor Na corveta singrando pelada, sem nós A pescar ali no mar... Paciente, convoluta.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 23/07/2006
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