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Sejamos Seres
O poder que a vala assume
Faz-nos erigir descalços A meio mastro, no bater da aldrava À contra-capa da vida. Pequeno moço Desvelando sangue hirto Comete erros fáceis Metendo-se fundo, à lava ácida. Fazemos novelos de piquetes aos montes Nem bem os jacintos secam e lá estamos nós Mormente apagados, gato a esgoelar Trovas de rojões a nos conformar, epitáfios. Tenra forma de alçar presas Ao batuque das bombas Sentimentos escorridos na pia Sufocantes aços em nosso ser.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 02/08/2006
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