![]()
Noite na Cama
Legítimo verme meu
Cachorro do descanso Prateado queixo e manso Num tempo, enterneceu. Ridícula cepa minha A goiva da identidade Da forquilha à idade Equador órfão desalinha. O sal de banho no tapete Que a chuva não lavou De pouca boca achacou Na noite de jarrete. Recolhi o suor do leito Com arsênico proveito De meu batizado peito. Com ternura À lua pura Vã tortura.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 07/08/2006
Alterado em 24/08/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|