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Soneto da Paixão
Olhar de pêndulo renitente
Sede ademonista do ego Cabo de força, primeiro tenente Mofrata enferrujada crava prego. Sacis desfilam perfume Dos mais irrisórios valores Batendo borboletas, tambores Instar de ápice, coisa do lume. Despejados verbetes, avio certo Espadaúdo botruco ácido Mentiraria de retiro aberto Pousa no corpo, sol tácito. Carretel ao limite da corda Emagra assaz o que o amor engorda.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 11/08/2006
Alterado em 08/09/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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