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Somos Tarde, Somos Pouco
Um oco
Cânion contumaz do saci na estrela Lenda literal universal Sapato e bota nas falésias Canto ao ar, pinçado e esquecido. Esquentam as meias, pés feridos Meio de ser nada Tardança em ser tudo; E um véu escapulido. Fogos no artifício convulsivo Peraltice na jaula do maestro E um pouco mais de incesto Rompe com a navegação na carcaça embocada. Meses de confucionismo A oca desaba Abre cercanias intensas de vinagre e sal Às ladinas raspas, deliberamos Roncamos e mais.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 13/08/2006
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