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Amor é Tudo
Amor é nada
Quando as manhãs dormem de toca Esfinge em céu coberto Laje assentada no oceano No vão encanto. Amor delinqüente Explode na carteira profissional Na paródia de roto cobertor Donde fincam piquetes em letargia E na hipocrisia, estampada a cara. Meu mel, teu jogo Alternado, breve tijolo Que constrói moinhos De passo em passo De laço em poço. Teu léu, meu fogo A deflagrar ternuras Quando as manhãs acordam descalças Verdadeiras e com Apolos nas mangas Sonha um tomo, lavra um tornado.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 13/08/2006
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