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No Tempo Certo
Quando o olhar inchado
Lançar rugas na flor do verão; Quando a ventura da sarna Romper em primaveris esforços Ao café das manhãs nas mesas; Poucas teias tapar-lhe-ão a visão. Poucas rusgas romperão a película Quando veias sangrarem de montão; Quando cárneo for o sonho regido Se houver desobstruções do cérebro Cumbos albatrozes fuçarão teu fundo Levantarão milenares poeiras. Quando a mente camba deleitar-se na rede E a idéia quede do passado que passa Golfar topázios em tua cara É hora de imunizar as bandeiras Abrir aos povos, teus pavilhões oxidados À revelia, teu crédito desfraldará a botelha enegrecida.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 14/08/2006
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