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Lavando as Mãos
Empresta-me o tino
Ó diminuta escama Do verde e negro limo Tom de enchente clama. Teu cantar ecoa risonho Não me vistes, se observas Passa pouco, céu tristonho Rede pronta, tu reservas. Passa muito, eterna passarada Boas-novas na cauda do cometa Entremeio de sisal na jangada. Cede-me teu pino Ó linda paisagem Faz de mim, teu hino.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 16/08/2006
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