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Sentimentos
Enluarados
Fonte exímia do saber Livro descerrado ao nó das páginas Folhas deslizantes Discrepância em nós Todos ouvintes dadivosos E vagam honrosos. Os méis e as taras Lépidas varas de séquido bambu Sobrevoam répteis cambos Os teus não entoam quanto os meus Nem toam, nem soam (notas bemóis na sobrepeliz estendida). Tanto meu pinho Quanto o desalinho, abstêm-se Manifesto à esconsa Dum crepúsculo renovado A léu, um Apolo vidrado Geográfico e retilíneo. E a fé Inquestionável gênese das marés Trava homéricas batalhas Com a perilinfa auricular Um meio de drenar, de sorver Sentimentos a viçar.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 16/08/2006
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