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Nunca Mais
Que move a verde e trapa mata
O tredo solo engloba a casta Maneira chula, fúfia loja e sala Trapinho, buraco já se basta. Janta a lebre do lobo o almoço Punge, fere o clã mortal Podendo ser da morte igual Minguante cena, ira e poço. Que tens salgado o emissário, sei Com nódoas pútridas, tua lei Chaveiros de pele a mente aborta Trincados de rochas, língua aporta. Para sempre estejas solta ao mundo Teu hímem é cordão rasteiro e imundo.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 17/08/2006
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