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Trás dos Montes
Bate aldrava o obcônico da sorte
Badala ao seu ritmo, às suas vezes Inexatas dobras dum canto hipotético Desvanecendo à ordem do dia, o poeta. E neste embalo, seguem as formigas Pelas baixadas dos terrenos côngruos Meu tormento a marulhar três berros Aceso o incenso na cumeeira arregalada. Tantas jornadas, labor de caixote Embolorado corte embolado em chamas Não se negam aos quedes detalhes Tresandados orifícios suculentos. Entre a terra e o céu, da ameba ao léu, Novidades se politizam, armam-se Entre a vaca e a baleia, da malva à teia Muita sede passa por debaixo da ponte.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 18/08/2006
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