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Em Troca
Escrevo em nebulosa manhã
Quando tudo está cerrado Não me descortina porta sã Meu passado emaranhado. Dilema oculto à raiz do sol Lançando mórbidos raios Cálida sombra em atol Sobras, putrefação, desmaios. Entrelaçada, segue miúda a vida Pela rédea que lha impomos Saco de juta cobre mente despida À partida, ensangüentados somos. Quisera retribuir o mel que me lambuza Folha, pena, inspiração e musa.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 20/08/2006
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