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Vísceras Frias
Se faltar a idéia culta
E a mesma voz ressoar o eco Se correr secura ao mel Obscuros os átimos A vaziar inda mais a mente. Inopioso instante de caixão sem corpo Sermão sem pároco, a cantar notas vis Sem recolher da taça a borra Sem estimar do lume a centelha Sem forcejar por rebento nó. Cerrar a doura página Faz repousar a roda viva E regressar à tumba sacra. Voltar precocemente às horas Assoreia pesada alma Trazendo, debalde, frívolo debuxo.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 28/08/2006
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