![]()
No Mais, Sobejar
Que descerrem os botões florais
A me aguardar à boca da pérola Nigérrimos ursos habitarão as tocas. Que me entornem poderoso astro de vinícola A extrair-me o amargo das zombarias Assumo superbíssimos riscos e acendo uma vela. Que me enalteçam vãs e enclausuradas vias Nelas, deitarei o corpo nas peraltices Praticá-las-ei com pijama de poá amarelo. Que me permitam singrar mares pelo avesso A magia se encontra na vilania, no hipotético Sou dura carne a rechaçar insultos. Que iluminem a alvorada com brilhos sebáceos Amputo membros macilentos que me corrigem Nem de outras, vivem as mesmas caras. Que me dêem linhas a me permitir doçuras Azedas e tredas, até lebres ledas Inda tenho uma alíquota do supro antídoto.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 28/08/2006
Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|