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Não É, Parece!
Assemelhada trinca beijou minha alma
Na fria tarde de avelã, desgosto asséptico Parecia ir à incerteza do porvir. O gelo fácil de nossos ossos Cansava em se parecer com pingüins De barrigada, fritos e entecados gestos. Codinomes da insônia Meus mores temores Vencidos pela magia. Canto à aurora Prásina e loquaz Que o céu apraz. A espingarda no lume Comédia em ato vosso Esmeril embaixo do capim. Ai de mim!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 04/09/2006
Alterado em 29/01/2008 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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