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O Orgasmo
À quina da fulgurância, vai a libido
Descondensada e hipócrita Saciando a sede dos gametas. Em cordéis e varetas, copula a lua Casas e chãos, coquetéis de nebulosas Hão em pátrias formosas. Finda o estro do réptil Pelecóide lâmina Artifícios e quadris. Partem ao juncado, clamores Peles em ardores desencarnados Desdouram pudorosas partes. Canta a ode trivial, reversiva cruz Dobra obcônico, seta ao nordeste Rejeita luz, enrubescida tez.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 04/09/2006
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