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Nobre de Mim
Ei! Aos que me ouvem no papel
Tens escada e cordel Aspas e mel. Hei aos que me [irresolutos] amam Sei de mofados ensejos Sangue de pesares e pejos. Nau recém florida Nobre subterfúgio Medo de não ser. Raspo a tecla da hora Parece enchente que aquece É leso fetiche que implora.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 07/09/2006
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