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Quando Eu For
Quando eu morrer
Terei a teia a enovelar Serei disperso a me contentar Os erros rirão de mim. Quando eu for à quina Renovarei os mistérios Abrirei trevas em brejos Lançar-me-ei de escuta. Se num dia plácido Aprazível e zarpado Eu resolver partir Denunciarei os apelos de manga. Se num sol, eu deixar de existir Pleitearei um instante que seja Mero vime faz alheia a prata Numa cama, eu hei de deitar.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 07/09/2006
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