![]()
Etílico
Na leira que mastiga o chiclete
Torpe lêndea a se desmanchar em avalanche Quando na faringe o malte transita Ei, amigo! Tenho disciplina pra lhe dar tortura De aspecto moribundo Em águas quiçá juncadas e depauperadas Sou demente ingênuo de leite em fervura Minha levedura tem jantar de velas Outros cancros, assaz lisos me são Rio das silabadas da vida Nos deslizes que impõe a noite Chegando a lua, partindo a cara imberbe Olha! Sou tenaz em sopa de pão Sou loquaz em terno de irmão Sou dia Sou bigode Sou desesperança Não sou vingança.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 07/09/2006
Alterado em 11/09/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|