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Nos Bastidores do Sentimento
Sentimento
Essência doce e sonora Sibila a maltratar os tímpanos Pouco a pouco, do núcleo Poeticamente, tijolo de barro Faz da toca o amor, mundanas fadas. Aspecto anil e fraudulento Tão silencioso, quase oculto Quando agita do coqueiro a folha O vento calmo da tarde armada No cimo, a estrada, caminhada Pérola oca para o jantar. Deve estar de regime alimentar Esse tal sentimento de avelã Não pode ser tudo, nem deve ser lã Ora, se sou seu ídolo e ele meu fã Por que temos de calar Um ao outro, todo dia santo?
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 12/09/2006
Alterado em 12/09/2006 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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