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Ao Classicismo de Richard Wagner
Sonoridade abusiva no deslizar das cordas, no tilintar dos metais
Sinfonia lúdica, plangente, cesta de amoras Santo em nós, de dentro, imagens Pelos poros guardiões da magia Cálice de divindade liquefeita Ao corpo que bebe do osso, alvoroço Traz da malícia notas inteiras, perfeitas Com ego, purismo e eclesiástica audição Classicismo infinito da bossa e do espírito Que nos rumam a labirintos e prados, senhor dos caminhos Atinam compassos em vanguarda E nos extasiam com intransferíveis e incorruptíveis emoções.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 17/09/2006
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