![]()
O QUE TODOS QUEREM
Mocho rato de esgoto
Fede à terebintina O anelídeo a lhe bisbilhotar, traz na lira, consolo. E não hão em meros declínios Conquanto caibam nas saliências, amontoar-se-ão. Ora tudo, ora pouco! Nem sabes da índia que escapou da prosa (Ou foram os versos que a tomaram de roldão?) Se pensar, morre um jegue - derrapou ontem, em frente do colégio - Onde bastardos e inférteis fartavam-se de pastejo. E as sirigaitas, com suas anáguas à toda Riam-se, liam-se e se iam E se molhavam inteiras. Ah!... Gemer e se molhar um pouco! www.fortunaliteraria.net
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 09/09/2010
Alterado em 09/09/2010 Copyright © 2010. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|