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A Dois Passos do Céu
A bruxa - que aboli - voltou
Mais forte, assaz tenra Calçados altos, olor intenso Seda usada e cosida... Impecável! Noroeste das emoções ermas Turbilhões... Ventos... Furacões Apagam-se as paredes e o ralo transborda São noites de tarde, em céu de passas E com os momentos, brinca a dor De casinha, no pescoço da inocência No vão cáustico da ciência Não emprestam lenço à forca Já a sombra doentia da ausência... Ah!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 04/10/2006
Alterado em 25/08/2007 Copyright © 2006. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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