Fortuna Literária - Cesar Poletto

Poetizar é exteriorizar, é exaltar o belo, e, acima de tudo, embriagar-se com a vida.

Textos

Das Trevas ao Epílogo
Apóstolos a postos
Enxurrada ao contratempo da ilusão
Marcas infladas de riso, sofrer e perdão
Destas baixas marcadas, duas são mãos
Três ou quatro, fila e metilação
Bico ascendente, arquipélago
Enchente azulina, fel e sequidão
Pesar de alcova a, sempre, dá-lo com fuzil;
Havia poucos de mim na sarjeta da inquisição
Agora mesmo, leves em mim, seus buços obscuros
Causavam-me atenção e não morriam não!
Rotas tarjas a nos cobrir de ciprestes enquanto as vestes se vão
Num corpo desnudo e são, a imensa glória ressurge;
Os aparatos breves hão na escuridão.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 06/10/2006
Alterado em 06/10/2006
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