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Por Trás das Reflexões
Invadem a rota e cega mente
Poeiras e nuvens grises destampadas Um temor de noz brilha no espeto Abdicando dum tom acima. Sem pecados, singra moribundo aspecto De vestido de poá cosido Martelado inda na superfície É o avesso da face certeira. Tem a sana idéia o jantar de massa Sente a lhama boa na calda da corneta O mesmo aceto entornado à cauda do cometa No pelourinho duma imagem esfacelada No amargor que sente as papilas Damo-nos à ilha, de frente às pupilas Esplendor em doses múltiplas Pensamentos extremos são fantasmas, fantasias e só.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 13/10/2006
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