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Ceifando as Trompas
Entre as trevas preadoras
Imenso e túrgido ser surge Com tumor de vime nas costas A esfoiçar lendas, mistérios e mais. Dores reinícolas jazem dispersas Na aliteração exata, naufrágio Ouço falar dos sonhos Em adágios soturnos, suculentos. Tem-se a feição do ar Que não cerra seus estômatos Que não brame seus impulsos Nem supera suas raízes. Na alquimia desesperada introspectiva Reinam enxames de ovelhas desgarradas Estrada cega em ponta de estilete Adeus à carne falópica, rompida outra vez.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 14/11/2006
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