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BOLHAS DE INCHAÇO E SABÃO
Rolhas tortuosas rolhas
Folhas que emergem sem prepúcio Bolhas de sabão. Encanto da falange apoética, inclemente Doce de manga e gente A desperdiçar pastilhas. Cura pela dor Imagem entalhe, mensagem A imagem do amor. Na pilha de enfermos Sangue tinindo espesso A alimentar o forno no alforje do novo. Palhaços! Não sabem do limo a escorrer do límpido Tem-se olvidado dum quede princípio. E eu a olhar... Por meios etílicos dum tira-gosto azedo Resquício à espreita num arco-íris imenso. Intensa nuança, pascigo afetado Nem sei se ali mora o olho Observou a bolha, rompida e ausente.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 15/01/2007
Alterado em 23/04/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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