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Planeta em Falência, Humanos Falidos
Cuidado, ligeiro!
Farta-se de monóxido e de rebento o mundo Cicatrizes irão inundar tua história, como raspas de cacau em Páscoa. Tenhas medo! Jorrará na tua pia, manchetes despidas de dó O império falido; o mundo em conchinhas. Pare agora, ingênuo! Teu cantar nos fins de tarde, silenciar-se-á Haverá inícios de nada; fontes e fumaça. Passe em minutos as horas Tenha como ferramenta, primitivo senso Caveiras estarão expostas no teu armário. Trate-se! Por não zelar pela Terra, cave um sono bem profundo E arda em febre eterna.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 23/04/2007
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