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Frágil Como Bruma
Encontrei descomedidas arestas
A me assustar na manhã dominical Infundi pequenas promessas A me equiparar com o ano no quintal. Quisera ter lastro de sal a incorporar o fedor dos oceanos Impedir-me-ia dos riscos e me tornaria imortal Se em vez de ossos, fosse meu arcabouço de sisal.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 30/04/2007
Alterado em 17/12/2007 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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