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DESARMÔNICA
Esvaia
Suporte a seda que lhe desce pelas coxas São pores e mais pores dos piores sóis que há E hão nas vielas, entre escusos ciprestes eretos Gemem baixinho, como se reles a coaxar Parecem anjos dos melhores que há E hão nas geladeiras, entre as mórbidas prateleiras A suster o corpo frio e descansado de amor.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 28/02/2014
Alterado em 28/02/2014 Copyright © 2014. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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