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Embora Não Saibamos Viver
Trazem-me sintonia, lampejos argutos do tempo
Nos faróis, nas tardes de umbigo, eqüidistantes Sapecam fatos dolosos em nosso corpo cansado Piores ao que deitam na brasa e nem os rebatem; A vida é um resquício, barulho através dos anos Quiçá na hora do seu silenciar Caibamos em nossa razão, idéias concatenadas Quiçá aprendamos a voar pelos incestos sem nos tostar Haverá ofertório de gente auditando seus nervos E eu ali à espreita.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 02/05/2007
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