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UM SOL MUDA TUDO!
Sóis
A sombrearem debalde minha vida Nas alamedas, nos castelos erguidos a fio. Sóis Soberanos na sôfrega arte de encantar Às turras com o desalinho, ao pé da alma. Que me escorrem quando escuto Bach Que me alentam, que me castigam - e sorrio miúdo sem ninguém ver. Importa-me o sol lívido das manhãs ensanguentadas Remontadas no tempo Como Apis a compor o enxame. Não me movo contra ti, ó sol! Tu és meu apelo desmesurado de cor Trazes em meu ciclo, muito mais que amplidão... Trazes o amor!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 22/05/2015
Alterado em 22/05/2015 Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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