![]()
PELAS FRESTAS
Ode à beleza!
Sem a presteza dos deuses não há O manto a se agregar ao afeto À contra capa do verso, embebido, desleixado. Amolga-se o cabo frouxo da aldrava Range sutilmente, displicentemente. Um dia tal mania de vezo abrir-se-á com a dor (como a flor) Despetala-se, sorve toda a essência e se encanta. O amor é concreto dissolvido nos poros Pouca salsa, muita páprica. E na súplica altaneira da invernada Ode ao amante! Sem a destreza do mesmo não há. Não há mesmo!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 26/05/2015
Copyright © 2015. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|