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NÃO PERCAS A ESSÊNCIA!
Deitar palavras ternas, doces apelos
Em um irreparável e alvo divã No elã da imaginação (essência pura). Porvir de sentimentos acobreados, viris, virais Que acordam minh'alma aos pontapés À certa altura, na varanda da vida. Tomara a lucidez durma descoberta E me aqueça mais, por toda a noite Virarás, remexerás, não removerás. O que está encarnado e vivendo Não se deve desalojar, não se pode perder o tom Não se pode deixar de amar.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 09/06/2015
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