![]()
A VIDA!
E tudo isso vai acabar
Não tenho chapéu a aguardar no sol Nem flamboyant a me repicar de ar Não sofro de vertigem Alcançarei céus mais sóbrios Decifrarei todas as metáforas Enviesadas e tal. Sou mesmo mal Não me colarão nos álbuns Nem me fitarão injúrias pausadas Ás de loterias São possibilidades explosivas Uma verdade, um medo, uma jangada... Naufrágio. Verde e prásino presságio Dum homem de dentes à mostra Como vernissage a correr pelas retinas Como marionetes a desfilar pelas páginas Desta odisséia louca, rouca e pouca... A vida!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 16/06/2007
Alterado em 17/11/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|