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AMOR COM MEL, MELAÇO E ACÚLEOS
Que doce arpejo, azinhaga
Impropérios da leda veste Soada corda me embriaga Moinhos por trapos a leste. Por caos e vereda dispersa Ama-te, ó bucólico berço Na tina de apara incerta Manhã de joio, seu terço. Assim se admira a paúna Medindo o palmo na azenha Fervor observa a graúna. Na verde e prásina pinta O coração anuncia paixão E a tela abstém-se da tinta.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 21/06/2007
Alterado em 09/07/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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