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O COITO TANGENCIA A POLIDEZ
A saltar
Às escoradas do mofo Pejo perante o pejo. Três olhos do aceite a me fitarem Confitado, convite ao coito. Ensolarado dia de lábaro azul Capacitando, a claudicar. Ao apelo rijo dum coxo verso Em verbo, prosa e ranhuras Na tecelagem do Bombix. Um adendo ao trôpego instar À letargia, bromélia sísmica de marulho e rouquidão. Léguas, milharais e sequidão Peso morto Pretérito, polidez e superação. Hão nas vestes à véspera da estrela mor. Consciente, revelado, auspicioso, castíssimo Se fosse eu o ninho, talvez o perigalho Se fossem o bálsamo, a cicuta e o rejeito. Os que me tomam, compreendem?
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 06/07/2016
Alterado em 06/07/2016 Copyright © 2016. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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