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A MOÇA E O MUNDO
Por um filete de saudade
Vão mores meias metades Percorrendo o supro avante ao sol Enquanto escorre da tumba o sumo. Mirabolantes reinantes Ódio aos parasitos fixadores Que nem se emenda com as dores Passa a hirsuta barba ao pé da serra. E não hão sem era, nem eira! Tais peles absorvendo colostro Desgosto profundo Não atinando à porta emperrada do mundo, a moça. Do alto prado donde brota o pascigo (com salto alto e olor escondido) Sem bordas, tatos ou ferozes solos Uma quede visagem dela E o renascer a embolar a aquarela.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 10/09/2007
Alterado em 13/05/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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