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SÍNCOPE
Ocelado
Léguas e se turvou. O sufrágio, o desvelo Eternamente ávido A esporular. Ternura Leviandade banhada a bordeaux Um toque ameno na plainada tez Secretamente ácido. A sutileza nas vestes de uma noite heroica Bravia tarde À revelia da alma; jazia desde o inverno. No topete mais calmo da rota carne... Alívio! Sonho de cetim, caramujos no teto Pelos por todos os lados Novidade? Só para aqueles que ousam Só para aqueles que sentem.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 28/01/2019
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