![]()
NOSSA CRUZ DE CADA DIA
Sozinhos, eu e o envelhecido
Laborando à lua fosca Dentro de tão pouca luz Um caos que reluz, enforca Somos sopa de cruz. Às vezes, acho-me supérfluo e me intero Ouço restos de mentiras Ladainhas espessas e tal... Muitíssimo mal a alegrar minha nau Sopro de saibro [esquivado] Sem luz em meu mero e sóbrio quintal... Quisera eu estar a bordo!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 24/09/2007
Alterado em 06/05/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
|