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MALDITO TELEFONE
Últimas palavras
Arqueei muitíssimo Em meio ao mundo Riram-me sérias coisas Estava em sinceros devaneios Rosca sem fim, fundo inteiro [e na escrivaninha, debuxo a rouxinolar] Por prosódias ligadas à alma inteira Primas palavras Suei muitíssimo Em seio noturno Viram-me ferinas quotas Sentava em misérias caladas Mesmo sem mim, mudo passeio [e na longitude, frívolo zabumbar] Por escórias pliçadas, em histórias de espírito Infinitas palavras Gozei tão pouco Maldito telefone!
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 04/10/2007
Alterado em 24/04/2008 Copyright © 2007. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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