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DO MEU UÍSQUE
Tão sincero quanto meu passado escuso
(Cobertor de mágoas dependuradas). Tão pungente como a ilusão que a adolescência plagiou Tão mesquinho! No som da guitarra, nas cordas e cerdas certeiras (certas herdeiras) Um vão. Dedicar-me-ei aos meandros e às enciclopédias (meias tragédias) Não têm as margens que alcanço, sempre às meias jardas, no entorno do meu uísque.
Cesar Poletto
Enviado por Cesar Poletto em 09/04/2008
Alterado em 18/05/2008 Copyright © 2008. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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